Vi meu amor passar
Mal sabia eu que meu amor
Saía para não voltar
Sozinho então fiquei
Esperando ela retornar
Na esperança de a ver de novo
E tardava ela em voltar
Cansado de esperar
Pela porta de ferro verde decidi passar
Qual não foi o meu espanto
Ao ver ela a rua atravessar
Gritei a meu amor
Na esperança de a alcançar
Ao que vejo ela agora
A cara a mim virar
Confuso e baralhado
Senti-me chorar
Olhei para trás
E não sabia mais onde estar
Pela porta de ferro verde
Dei por mim a procurar
Pois sabia que do outro lado
Nada de mal podia esperar
A porta de ferro verde
Ja não estava no seu lugar
E agora perdido
Onde me refugiar?
Prometi manter a calma
Mesmo quando estava a desesperar
Sentindo minha alma
Desvanecer... pairar...
A porta de ferro verde
Sem me poder albergar
Por mim procurava
Disse um mendigo que ia a passar
Incrédulo continuei
Pois uma porta não se poderia deslocar
Mas que outra razão haveria
Para não mais estar no seu lugar
Num banco me recolhi
E em meu amor fiquei a pensar
Mas porquê me abandonara
Quando prometera nunca me deixar
Decidi ficar ao relento
Para as ideias arejar
Quando nesse mesmo momento
Meu amor torna a passar
Num doce tom me perguntou
“Meu amor, que fazes perdido no luar?”
E eu acordo de um sono profundo
Estava apenas a sonhar...
Gildo Assis, 24 de Agosto, 2008
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E aqui vos conto o meu sonho da noite passada em forma de poema...
(ou pelo menos tentei... ^_^)
Ps: Não é que acredite, mas... Alguém sabe algo sobre interpretação de sonhos?
...fiquei assim um pouco à ‘toa’ com este... =/
...fiquei assim um pouco à ‘toa’ com este... =/
ps2: Este post foi resultado de mocazinha de café mal tirado... (Azeeeeedooo!!!)
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